Rostos brilhantes diante de mim, ofuscam o som da matéria ao meu entorno, quase que torneando os desequilíbrios e harmonizando os sons embaraçados observo os rostos prostrados ao longo do caminho
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Transporte público
Nele minhas emoções passam
Minhas lembranças ficam
Minhas dores são esquecidas no empurra empurra
Nos solavancos vejo a cidade passar diante de mim
Como se não fosse eu que andasse, mas ela
Se modificando a cada parada, a cada estação
Nele tive amores, nele conheci amores, nele vivi amores
Nele perdi amores, dores e guarda-chuvas, fugi da chuva
Percorri longas distancias dormindo no seu balanço
São tantas histórias que até me canso
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