terça-feira, março 11, 2008

poesia do teu fogo

Quando me bastaria uma única flor
Ela inundou meu quarto e minha cama com pétalas de rosa
Quando me bastaria seu calor
Ela me de todo seu amor

Me amou como nunca e como sempre
Sem pudor e com todo seu ardor
A pele delicada de uma rosa branca
Em contato com meu viril tom marrom
O inevitável som do prazer retumbou nas chamas da cama